Tervali

Queremos oferecer um serviço novo. O que falta para começar?

Uma especialidade nova, uma linha para empresas, um atendimento ampliado. Levantamos o que a instituição já tem, mostramos o que falta e organizamos equipe, parceiros, custos e rotina para abrir com data que dá para cumprir.

Conduzido por quem já montou um serviço de saúde ocupacional dentro de um hospital, do primeiro exame ao primeiro contrato.

Enfermeira gestora e coordenador de laboratório conferem uma sala recém montada para um novo serviço

Sinais de que a implantação vai travar perto da abertura

A oportunidade existe, o plano não.

Há demanda ou um cliente interessado, mas ninguém listou o que precisa estar pronto para atender.

Cada área prepara uma parte.

Equipe, materiais, agenda, parceiros e registros andam em ritmos diferentes. As dependências aparecem na semana da abertura.

O preço não conversa com a operação.

Volume, prazo e valor são negociados sem saber quanto custa, quanto cabe na sala e quanto tempo leva o resultado.

O que a gente vê

Um serviço novo raramente começa do zero. Começa juntando o que já existe.

Salas, profissionais, laboratório e imagem costumam estar lá, espalhados por áreas diferentes. O trabalho é transformar essas peças em um percurso de atendimento, descobrir a única que falta e fechar custo, prazo e proposta com o financeiro antes de prometer qualquer data.

Como resolvemos

Da oportunidade à operação, em quatro etapas.

Cada etapa termina com uma decisão da direção: avançar, ajustar ou esperar. Nada de descobrir a pendência no dia da abertura.

  1. 1

    Avaliar as condições

    Demanda, recursos disponíveis, lacunas e dependências. O que já existe e o que precisa ser contratado, comprado ou feito com parceiros.

    EntregaInventário e decisões pendentes
  2. 2

    Estruturar o serviço

    Percurso do atendimento, responsabilidades, parceiros e prazos de resultado. Custos e premissas comerciais trabalhados com o financeiro.

    EntregaPlano operacional e base da proposta
  3. 3

    Preparar a abertura

    Materiais, agenda, registros e orientação das equipes, com critérios claros do que precisa estar pronto para começar.

    EntregaCritérios de abertura atendidos
  4. 4

    Iniciar acompanhado

    Acompanhamos os primeiros atendimentos, registramos o que travou e devolvemos os ajustes para o plano.

    EntregaRotina ajustada e indicadores
Equipe de saúde organiza um novo fluxo de trabalho

Quem conduz

Experiência de quem já abriu serviço por dentro.

A consultoria é conduzida por uma enfermeira que passou da assistência à gerência de um hospital, respondendo por centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.

  • Montou um serviço de saúde ocupacional reunindo médicos do trabalho, psicóloga, fonoaudióloga, laboratório e imagem.
  • Definiu com a responsável do laboratório os exames de cada empresa e calculou a proposta junto com a direção.
  • Usou o prazo de resultado como compromisso comercial e fechou o primeiro contrato com uma empresa grande.
  • Preparou o centro cirúrgico para receber especialidades novas, como urologia e oftalmologia, com protocolos de material.

Diagnóstico rápido

Qual serviço a sua instituição quer colocar em funcionamento?

Responda quatro perguntas sobre o serviço que quer abrir. Você vê na hora o que tende a travar a implantação e por qual etapa começar.

  1. 1Serviço
  2. 2Sinais
  3. 3Condições
  4. 4Decisão
Que serviço você quer colocar em funcionamento?
O que já está acontecendo?Marque quantos quiser.
Em que pé está a preparação?Uma estimativa honesta vale mais que um número exato.

A demanda está confirmada?

Quem responde pela implantação?

Qual decisão está pendente?

Ao enviar, suas respostas chegam à equipe da Tervali. Veja a Política de Privacidade.

Perguntas antes de começar

Serve para reorganizar um serviço que já funciona?

Sim. O recorte pode ser uma especialidade nova, a ampliação de atendimentos ou a reorganização de um serviço em funcionamento.

O projeto inclui precificação?

Pode incluir a organização dos custos disponíveis e das premissas da proposta comercial, sempre com o financeiro. A profundidade entra no escopo.

A equipe é preparada para a rotina nova?

Sim. A preparação para as rotinas implantadas faz parte do projeto. Conteúdo assistencial e requisitos profissionais são validados pelos responsáveis técnicos.

O que fica fora do escopo?

Projetos físicos, licenças, validações assistenciais e análises financeiras especializadas envolvem os profissionais competentes. A proposta deixa claras essas dependências e o papel de cada parte.

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