Sala vazia e fila na porta.
A agenda mostra horários livres enquanto pacientes esperam e os encaixes se acumulam no fim do dia.
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Antes de investir em outra sala, outro equipamento ou mais gente, descubra onde a capacidade que você já tem se perde. Medimos o tempo real de cada etapa, encontramos o gargalo e testamos um ajuste na operação, junto com a sua equipe.
Conduzido por quem já geriu imagem, centro cirúrgico e pronto atendimento de dentro de um hospital.

A agenda mostra horários livres enquanto pacientes esperam e os encaixes se acumulam no fim do dia.
A recepção culpa a agenda, a equipe culpa o equipamento, e ninguém tem o mesmo número para discutir.
Você sabe quantos exames fez no mês, mas não sabe se precisa de outra sala ou de outra agenda.
O que a gente vê
A capacidade se perde onde a planilha de produção não olha: preparo mais longo que o previsto, encaixes que desmontam a agenda, laudo que atrasa e trava o próximo passo. Por isso começamos medindo o tempo de cada etapa, e não contando exames.
Como resolvemos
Começamos por um serviço e uma pergunta. O que funcionar ali vira referência para o resto da instituição.
Ampliar, reorganizar ou investir? Definimos o serviço, a pergunta da direção e o período de análise.
Horas disponíveis, agendadas e realizadas, duração por tipo de exame, encaixes e ausências. Com os dados que existem e, se faltar, uma coleta curta.
Confrontamos agenda e produção com os tempos de preparo, execução e laudo para encontrar a etapa que trava o próximo atendimento.
Aplicamos um ajuste de agenda, fluxo ou alocação, acompanhamos o efeito e levamos o resultado para a direção.

Quem conduz
A consultoria é conduzida por uma enfermeira que passou da assistência à gerência de um hospital, respondendo por centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.
Diagnóstico rápido
Responda quatro perguntas sobre o seu serviço. Você vê na hora uma leitura preliminar de onde a capacidade pode estar escapando e leva para a conversa um ponto de partida concreto.
Não. Começamos pelos registros que já existem e, quando falta informação, por uma coleta curta e delimitada.
Não. As mudanças respeitam as condições de execução, a equipe disponível e os critérios técnicos do serviço.
Sim, e é o recomendado. Um serviço bem analisado mostra o caminho antes de ampliar o trabalho.
A leitura econômica usa os dados disponíveis e a participação do financeiro. Implantação de custeio, auditoria contábil e desenvolvimento de integrações exigem escopo próprio.
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