Tervali

Por onde começar quando há muitas prioridades?

Começamos por uma situação concreta, escolhemos um recorte que cabe na instituição e trabalhamos junto com as equipes até a mudança virar rotina. Sem diagnóstico de gaveta e sem projeto maior do que a operação consegue absorver.

Conduzido por uma enfermeira que passou da assistência à gerência de um hospital, com centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.

Consultora escuta um enfermeiro no posto de enfermagem enquanto observa o trabalho da unidade

O que definimos antes de começar

Recorte e liderança.

Unidade ou serviço, problema prioritário e quem responde internamente pelas decisões.

Informações e participação.

Registros disponíveis, acesso à operação, referências técnicas e a disponibilidade real das equipes.

Entregas e conclusão.

Materiais de trabalho, condições de aplicação, critérios de aceite e quem responde pela continuidade.

O que a gente vê

Projeto bom não termina em relatório. Termina em rotina que a equipe mantém.

Diagnóstico entregue em slide costuma morrer na gaveta. Por isso cada etapa acontece com quem decide e com quem executa: ouvimos no turno, testamos em um recorte pequeno e só ampliamos o que funcionou. Quando saímos, ficam os instrumentos e os responsáveis.

Como resolvemos

Quatro etapas, com marcos de revisão.

As etapas valem para todas as frentes. A participação de cada área e os critérios de conclusão ficam escritos na proposta.

  1. 1

    Entender a situação

    Ouvimos a direção e as equipes, observamos o trabalho no turno e analisamos os registros que existem.

    EntregaDiagnóstico com evidências e hipóteses
  2. 2

    Pactuar o projeto

    Prioridades, entregas, responsáveis, marcos de revisão e critérios de conclusão combinados com a direção.

    EntregaPlano de trabalho pactuado
  3. 3

    Aplicar com as equipes

    Preparamos instrumentos e pessoas, testamos no recorte e tratamos as dificuldades no caminho.

    EntregaRecorte testado e ajustado
  4. 4

    Revisar e transferir

    Verificamos os critérios combinados e entregamos materiais e responsabilidade para quem continua.

    EntregaRotina e responsáveis definidos
Equipe de saúde organiza um fluxo de trabalho

Quem conduz

Um jeito de trabalhar aprendido no turno.

A consultoria é conduzida por uma enfermeira que passou da assistência à gerência de um hospital, respondendo por centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.

  • Escreveu rotinas com os enfermeiros de cada área: a equipe contava, ela organizava, a equipe revisava.
  • Construiu indicadores com a direção definindo fórmula, fonte, frequência e responsável antes de medir.
  • Implantou mudanças por partes: uma especialidade nova, uma sala, um serviço de cada vez.
  • Conduziu auditorias internas antes das inspeções da vigilância sanitária.

Diagnóstico rápido

Comece pela situação que precisa mudar.

Responda quatro perguntas sobre a sua instituição. Você vê na hora o que precisa estar resolvido antes de começar e qual o melhor primeiro passo.

  1. 1Ponto de partida
  2. 2Obstáculos
  3. 3Condições
  4. 4Decisão
Por onde você imagina começar?
O que costuma travar mudanças aí?Marque quantos quiser.
Quais são as condições?Respostas aproximadas bastam.

Quem patrocina a mudança?

A consultoria vai poder acompanhar a operação?

Qual decisão está pendente?

Ao enviar, suas respostas chegam à equipe da Tervali. Veja a Política de Privacidade.

Perguntas antes de começar

Quanto tempo leva um projeto?

Depende do recorte. Prazo, visitas e participação das equipes ficam definidos na proposta, com marcos de revisão.

Quem da instituição precisa participar?

Um responsável interno com poder de decisão, a liderança da área e os profissionais que executam o processo escolhido.

O que acontece quando o projeto termina?

Instrumentos, indicadores e a responsabilidade pela rotina ficam com a instituição. Acompanhamento posterior é opcional.

O que fica fora do escopo?

Prazo, investimento, visitas e participação das equipes são definidos na proposta. Integrações e desenvolvimento de software recebem avaliação e escopo próprios.

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