Qual decisão a sua instituição precisa tomar agora?
Abrir um serviço, entender por que a estrutura não rende, tirar o peso da coordenação de enfermagem ou pôr a rotina no papel. Começamos por uma situação concreta, trabalhamos com quem decide e com quem executa, e deixamos a instituição pronta para seguir sozinha.
Conduzido por uma enfermeira que passou da assistência à gerência de um hospital, com centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.

O que a gente vê
Os problemas da operação raramente estão dentro de uma área. Estão entre elas.
A agenda culpa a equipe, a equipe culpa o equipamento, o financeiro não enxerga o custo do atendimento. Por isso o trabalho começa ouvindo quem executa, junta as áreas em torno de uma decisão da direção e termina com uma rotina que a própria instituição consegue manter.
Quatro frentes
Escolha a situação mais próxima da sua.

Queremos oferecer um serviço novo. O que falta para começar?
Levantamos o que já existe, mostramos o que falta e organizamos equipe, parceiros e custos para abrir com uma data que dá para cumprir.
Conhecer a frente
Temos estrutura. Por que ela não entrega o que esperamos?
Medimos onde a capacidade se perde entre agendar e atender, antes de qualquer investimento em sala, equipamento ou equipe.
Conhecer a frente
Tudo passa pela coordenação. Como distribuir responsabilidades?
Organizamos quem decide o quê, como o trabalho é distribuído e como a coordenação acompanha a equipe, aplicado na unidade real.
Conhecer a frente
A equipe sabe fazer. Por que é tão difícil pôr no papel?
Transformamos a prática da equipe em protocolos que ela reconhece como seus, prontos para o dia a dia e para a próxima avaliação.
Conhecer a frenteComo resolvemos
Da primeira conversa à rotina que fica.
O mesmo caminho vale para as quatro frentes. A proposta define recorte, participantes, marcos de revisão e critérios de conclusão.
- 1
Entender
Ouvimos a direção e as equipes, observamos o trabalho e analisamos os registros que existem.
EntregaDiagnóstico e prioridades - 2
Definir
Escolhemos o problema, o recorte, as entregas e quem responde por cada decisão.
EntregaPlano de trabalho pactuado - 3
Aplicar
Preparamos instrumentos e pessoas, testamos no recorte e tratamos o que trava no caminho.
EntregaRecorte testado com a equipe - 4
Acompanhar
Verificamos os critérios combinados e transferimos materiais e responsabilidade para a gestão.
EntregaRotina transferida para a instituição

Quem conduz
Experiência de quem fez por dentro.
A consultoria é conduzida por uma enfermeira que passou da assistência à gerência de um hospital, respondendo por centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.
- Respondeu ao mesmo tempo por centro cirúrgico, CME, imagem e pronto atendimento.
- Construiu com a direção os indicadores de desempenho do hospital e analisou a ocupação das salas.
- Montou um serviço de saúde ocupacional e fechou contratos com empresas.
- Preparou o hospital para vigilância sanitária e acreditação, escrevendo as rotinas com as equipes.
Diagnóstico rápido
Por onde a sua instituição deveria começar?
Responda quatro perguntas. Você vê na hora qual frente faz mais sentido para a sua situação e por qual etapa começar.
Perguntas antes de começar
Podemos começar por uma única unidade?
Sim, e costuma ser o melhor caminho. Um recorte definido permite testar, medir e só depois ampliar.
Precisamos contratar todas as frentes?
Não. O projeto pode ficar em uma frente ou combinar entregas quando o problema pedir. O escopo deixa essa escolha clara.
Precisamos trocar de sistema?
Depende do diagnóstico. Primeiro olhamos processos, responsabilidades e uso dos recursos que já existem.
O que fica fora do escopo?
Prazo, investimento, visitas e participação das equipes são definidos na proposta. Integrações e desenvolvimento de software recebem avaliação e escopo próprios.
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